27 de mar. de 2012

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban


   




    O Prisioneiro de Azkaban filtra a escuridão através da tranquilidade de conto de fadas da prosa de Rowling. Embora Cuarón, agilize o livro e invente algumas passagens próprias (como o passeio de Hipogrifo), o espírito de Rowling está presente na tela. Você pode sentir isso na forma como os quadros nas paredes de Hogwarts são animadas, em todos os sentidos, mas nunca perdem seu brilho dourado da Renascença, ou a maneira triste como Harry, agora um adolescente, emerge de sua capa de invisibilidade, após se esconder do mundo. O universo aqui está sempre em fluxo: um rato se transforma em um homem com a aparência de um rato, e Harry enfrenta seus temores. A série cresce e deixa de ser "coisa de criança", para se tornar um jogo sinistro e sério.


                                                     by: Gabi Brook

Nenhum comentário:

Postar um comentário